Tutoría Modal Adaptativa: Principios Andragógicos y Heutagógicos para una Tutoría Proactiva
El Caso de las “Asignaturas Prescindibles en la Educación a Distancia”
DOI:
https://doi.org/10.18264/eadf.v16i1.2741Palabras clave:
Educación a Distancia, Andragogía, Heutagogía, Sesgos Cognitivos, Tutoría Modal AdaptativaResumen
Este artículo presenta un estudio de caso longitudinal de cuatro cohortes consecutivas del curso-seminario de proyecto final de grado, Seminario de Trabajo de Conclusión de Curso (STCC), llevado a cabo entre 2023 y 2025 en el Programa de Grado en Turismo a Distancia de la UFRRJ/CEDERJ. La investigación se centra en la cohorte 2025-2 e identifica una contradicción crítica: una alta demanda latente de apoyo académico que coexiste con una tasa de interacción tutorial extremadamente baja (0-10%). El estudio investiga la correlación entre la sobrecarga académica (61.6% de los estudiantes cursando 9-13 asignaturas), los sesgos cognitivos (Dunning-Kruger, Falsa Validación y Optimismo), y la inviabilidad metodológica de las propuestas de proyecto final presentadas (75%). Se propone el concepto de Tutoría Modal Adaptativa (TMA), un modelo proactivo fundamentado en la Andragogía, la Heutagogía y el Learning Analytics, que ofrece apoyo estratégico con independencia de la interacción activa del estudiante. La metodología combina el análisis documental, la observación participante y el diagnóstico de desempeño. Los resultados revelan el fenómeno de la "Ambición Compensatoria": propuestas metodológicamente inviables que reciben calificaciones satisfactorias (7.0-7.4) por cumplir con los estándares de formato requeridos, creando así una falsa percepción de adecuación que refuerza la evitación tutorial. Se concluye que la tutoría proactiva debe ir más allá de la mediación receptiva, asumiendo una función analítica y adaptativa basada en la inferencia de la demanda a través de datos, con el objetivo de mitigar las tasas de deserción y optimizar el aprendizaje autónomo en entornos virtuales.
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